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A sessão de ontem da Assembleia teve um momento no mínimo constrangedor. O deputado Ivan Naatz (PV) usou a tribuna para apresentar a conclusão de um inquérito aberto contra ele por injúria racial. A investigação concluiu que não houve a prática de racismo e o caso foi encerrado. Mas Naatz apontou a deputada Paulinha (PDT) como responsável por esquentar o assunto com a intenção de prejudicá-lo politicamente. Paulinha também foi à tribuna, disse que era uma cidadã ajudando um cidadão, chorou e rechaçou a acusação. O pivô da situação estava presente e também não segurou o choro. Trata-se de Fábio dos Santos, ex-assessor de Naatz. A injúria teria acontecido em uma apresentação do rapaz feita ao deputado Sargento Lima (PSL), que negou ter ouvido qualquer ofensa. O caso é grave. Se não pela acusação de injúria, rejeitada pela polícia, mas agora pela denúncia de Naatz de que tudo foi uma armação com propósitos políticos que atingiu não só a deputada do PDT, como também dirigentes do PV, partido de Naatz.

(Fotolegenda da edição de 13/06/2019 da Coluna Pelo Estado, distribuída para 20 diários integrados do interior de Santa Catarina (adisc.com.br) e para os portais reunidos em scportais.com.br. Você também pode ler a íntegra da coluna no site  centraldediarios.com.br/cnr)