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O senador Dário Berger (MDB-SC) destacou, na sessão de quinta-feira (28) do Senado os dados do IBGE que apontam Santa Catarina como o estado de maior bem-estar social no país, ou seja, com a maior expectativa de vida e a menor taxa de mortalidade infantil. Na média de 2018, os catarinenses nascidos têm expectativa de viver até 79,7 anos, enquanto no Maranhão, estado com a pior condição, o número ficou em 71,1 anos. “O povo catarinense é diferenciado mesmo, valoriza a qualidade de vida, trabalha para que isso aconteça, seja nas grandes ou pequenas cidades. Essa é, historicamente, a marca da nossa gente. O estado sempre prezou pelo desenvolvimento e o catarinense sabe da importância de investimentos estruturais e das políticas públicas que garantem o bem-estar de todos”, observou Berger. “Se hoje estamos a frente de outros estados não é por acaso e sim devido ao trabalho de todos os catarinenses”, completou. A queda da mortalidade na infância, que avalia a faixa de 0 a 5 anos, foi de 14,9 por mil nascidos vivos em 2017 para 14,4 por mil em 2018. Os ODS, da ONU, determinam como limite até 2030 a faixa de 25 por mil nascidos vivos. O Brasil está bem neste parâmetro, mas, considerando apenas as Américas, ainda longe dos números da Argentina (9,9/mil em 2018), dos EUA (6,5/mil), Canadá e Cuba, ambos com taxa de 5 mortes de crianças da faixa etária de referência para cada mil bebês nascidos vivos.

 

(Fotolegenda da edição conjunta de 30/11 e 01/12/2019 da Coluna Pelo Estado, distribuída para 20 diários integrados do interior de Santa Catarina/adisc.com.br e para os portais reunidos em scportais.com.br)