News

  • 23°

    Florianópolis
  • 24°

    Lages

Com o avanço da reforma da Previdência e da avaliação da Medida Provisória da Liberdade Econômica no Congresso, a indústria catarinense intensificará o debate sobre a reforma Tributária. Na reunião do Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (Cofem) desta semana, o presidente da Federação das Indústrias (Fiesc), Mario Cezar de Aguiar, anunciou que fará um novo seminário para aprofundar a discussão sobre as mudanças no sistema de arrecadação de impostos do país. O primeiro evento, realizado em julho, trouxe o economista Bernard Appy, autor de uma das propostas em discussão.

Mas Aguiar pretende avaliar em profundidade as demais propostas antes de a Federação tomar uma posição definitiva sobre o assunto. “É fundamental simplificar o sistema, o que já será um grande ganho, pois sabemos que no curto prazo a carga tributária não vai cair, já que isso depende da redução do tamanho do Estado. Mas precisamos avaliar em profundidade as alternativas postas, buscando consenso no setor empresarial”, propôs. Os presidentes das demais entidades empresariais estão alinhados com a lógica, especialmente porque o assunto é ainda mais complexo do que a reforma da Previdência.

Mas estão otimistas, pois, “na história recente, o momento nunca tão favorável para finalmente avançar nas reformas”, como disse o presidente da Federação das Associações Empresariais (Facisc), Jonny Zulauf. Além da Fiesc e da Facisc, integram o Cofem as federações do Comércio (Fecomércio), dos Transportes (Fetrancesc), da Agricultura (Faesc), das CDLs (FCDL) e das associações de micro e pequenas empresas (Fampesc).

 

Falando em Fiesc...

A Fiesc realizou, ontem, em sua sede, mais uma reunião com o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT-SC), Ronaldo Carioni, para falar sobre as obras em rodovias federais. Ele foi recebido pelo secretário-executivo da Câmara de Transporte e Logística da entidade, Egídio Martorano, que se mostrou preocupado com o fato de somente 35% do orçamento previsto terem sido aplicados. Ele lembrou que a Fiesc monitora as obras de infraestrutura desde 2001. “Desde então é uma sequência de promessas quebradas. O que vem são restos a pagar de exercícios anteriores”, disse. Carioni explicou que as obras estão em ritmo lento por falta de recursos e que se os valores esperados não vierem, o atraso será ainda maior. Por isso já é certa a decisão de concessão das rodovias federais em território catarinense.

 

(Matéria principal e nota relacionada da edição de 15/08/2019 da Coluna Pelo Estado, distribuída para 20 diários integrados do interior de Santa Catarina/adisc.com.br e para os portais reunidos em scportais.com.br)

  • 20.09.2019

    Porto estadualizado

    O Porto de Laguna, que já foi o mais importante de Santa Catarina e hoje, como terminal pesqueiro, responde por 9% da comercializa...

  • 19.09.2019

    Novas gerações

    Vice-presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Mauro De Nadal (MDB) recebeu grupos de estudantes nessa quarta-feira (18), os verea...

  • 18.09.2019

    Não adianta meia mudança

    A frase do título foi repetida exaustivamente pelo então candidato ao governo do Estado, comandante Moisés. E volta ...