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O deputado Sargento Lima (PSL) vinha sendo um fiel escudeiro do governo de Carlos Moisés desde o começo do mandato, em fevereiro deste ano. Quando se discutiu o repasse aos poderes, ele chegou a ficar isolado na própria bancada, mas defendeu a proposta do governador, de reter no Executivo R$ 400 milhões. Agora, pautas regionais e classistas estão fazendo de Lima uma nova pedra no sapato do Executivo. Na Assembleia da Associação de Praças (Aprasc), realizada na sexta-feira (4), o deputado reclamou de “falta de atenção” do governo para suas pautas: reposição de 37% aos praças, que estão sem reajuste há cinco anos, e recuperação da rodovia no trecho da Serra Dona Francisca, que está em situação precária e perigosíssima. Lima relatou ainda que está tentando marcar reunião com Moisés há três semanas e não consegue. Ele também criticou a diferença de tratamento dispensado à bancada do partido que elegeu o governador, o PSL, em relação a outras siglas. “Nesta semana, o chefe da Casa Civil [Douglas Borba] esteve na Assembleia, reuniu-se com parlamentares do MDB e do PT, mas não visitou nenhum do PSL.”

 

(Fotolegenda da edição de 08/10/2019 da Coluna Pelo Estado, distribuída para 20 diários integrados do interior de Santa Catarina/adisc.com.br e para os portais reunidos em scportais.com.br)