News

  • 23°

    Florianópolis
  • 23°

    Joinville

“A verdadeira referência do meio jornal no país são as entidades associativas organizadas”

 

O vice-presidente de Gestão e Finanças da ADI-SC, Adriano da Fonseca Kalil Escada, foi o responsável por falar do meio jornal no café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro. E tratou também de mostrar a importância das entidades que representam boa parte desses veículos, sejam diários ou de outras periodicidades, sejam impressos ou digitais. 

Depois de agradecer pela oportunidade ao presidente Bolsonaro, de cumprimentar o deputado Rogério Peninha Mendonça, coordenador da Frente Parlamentar Catarinense, e elogiar a iniciativa do presidente da Acaert, Marcello Petrelli, o vice-presidente da ADI-SC teve um breve momento para expor o trabalho realizado pela imprensa do interior, desta vez tratando especificamente do meio jornal. Além de destacar a responsabilidade dessas pequenas e médias empresas de comunicação com as comunidades onde estão inseridas, Kalil falou do grande potencial que se abre pela integração editorial entre os vários veículos, atuando em rede pela organização associativa, movimento que se amplia com a integração também entre veículos de diferentes entidades.

De forma simples, a diferença é que com entrevista concedida a apenas um jornalista é possível alcançar leitores de 90% do estado, no caso específico de Santa Catarina, conforme demonstrou o Projeto Eleições de 2018, efetivado em parceria com a Adjori-SC. “Trata-se de um instrumento muito forte, que pode e deve ser bem usado por fontes de todos os setores da sociedade”, defendeu.

 

“Personalidades, órgãos governamentais, lideranças políticas e empresas associam

seus nomes ao que temos de mais forte e valioso - nossas marcas.”

 

Kalil lembrou que dois dos três homens mais ricos do mundo, segundo a Forbes, investiram altas somas na compra de jornais impressos. O mais rico, Jeff Bezos, dono da Amazon, comprou o Washington Post por 250 milhões de dólares. O terceiro mais rico, Warren Buffet aplicou 142 milhões de dólares na aquisição de 77 jornais diários e semanais do interior dos Estados Unidos. Segundo justificou na época, movido pelo “sentimento de comunidade” característicos desses veículos. “Investiram, ampliaram a circulação de papel, promoveram um salto na audiência digital e, junto, fortaleceram suas empresas tradicionais com marcas reconhecidas no mercado”, contou.

Com isso, o vice-presidente da ADI catarinense disse acreditar que são os veículos da mídia regional o canal ais certeiro para que a mensagem do governo chegue na ponta, onde as marcas dos jornais influenciam o leitor, o radialista local e o comentarista da TV regional e o bate-papo nos diferentes espaços de circulação da população.

 

“Reunida, a mídia do interior dos estados brasileiros é, de fato, a grande mídia nacional.”

 

Ao final de sua explanação, Adriano Kalil recebeu o reconhecimento do presidente Bolsonaro quanto à solução encaminhada em Santa Catarina para a questão das publicações legais. Enquanto no restante do país a discussão sobre o assunto ainda é intensa, por aqui já existe lei sancionada que regulamenta a publicação legal na edição digital dos jornais, com acesso gratuito a quem interessar. “Um avanço que precisa ser valorizado.”

 

(Texto de apoio da matéria especial de 26/08/2019 da Coluna Pelo Estado, distribuída para 20 diários integrados do interior de Santa Catarina/adisc.com.br e para os portais reunidos em scportais.com.br, onde você encontra a íntegra desta matéria)

  • 20.09.2019

    Porto estadualizado

    O Porto de Laguna, que já foi o mais importante de Santa Catarina e hoje, como terminal pesqueiro, responde por 9% da comercializa...

  • 19.09.2019

    Novas gerações

    Vice-presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Mauro De Nadal (MDB) recebeu grupos de estudantes nessa quarta-feira (18), os verea...

  • 18.09.2019

    Não adianta meia mudança

    A frase do título foi repetida exaustivamente pelo então candidato ao governo do Estado, comandante Moisés. E volta ...