News

  • 23°

    Joinville
  • 23°

    Florianópolis

A agenda de reformas - especialmente no âmbito tributário - será fundamental para a retomada dos negócios no setor de confecção em Santa Catarina. É o que aponta estudo realizado pelo Sistema de Inteligência Setorial (SIS) do Sebrae-SC, que detalha três cenários para o segmento até 2021. Na perspectiva considerada realista, o mercado interno pode ajudar o setor a crescer mesmo sem as reformas. O cenário otimista, por sua vez,  dependerá do aumento da demanda no consumo e também de mudanças regulatórias e tributárias a favor do empresariado brasileiro, o que ajudaria a tornar o produto nacional mais competitivo tanto internamente quanto no mercado externo. Já no cenário pessimista, a situação político-econômica desfavorável faria com que as legislações aplicadas ao setor não avançassem. O segmento de vestuário responde por 18,8% dos empreendimentos industriais e por 21,8% dos empregos na indústria em Santa Catarina. A produção neste setor cresceu 6,1% em 2018, sendo um dos responsáveis por puxar a economia do estado. Ao todo, Santa Catarina - segundo polo nacional, atrás apenas de São Paulo - conta com 7,4 mil empresas na área de confecção, das quais 88,4% são de micro e pequeno porte. A íntegra do estudo SIS-Sebrae pode ser acessado no link bit.ly/2JiDnpM

(Matéria de abertura da edição de 14/05/2019 da Coluna Pelo Estado, distribuída para 20 diários integrados do interior de Santa Catarina (adisc.com.br) e para os portais reunidos em SCPORTAIS.com.br. Você também pode ler a íntegra da coluna no site  CENTRALDEDIARIOS.com.br/cnr)