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Acompanhado pelo ministro da Justiça e segurança Pública, Sérgio Moro, pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, e pelo ministro chefe da Secretaria Geral da Presidência da República,  Jorge Oliveira, e outras autoridades, o presidente Jair Bolsonaro passou algumas horas da tarde desta quinta-feira (17) em solo catarinense. Ele veio para a Aula Magna do Curso de Formação Profissional da Polícia Rodoviária Federal, na Academia Nacional da PRF (ANPRF), em Florianópolis. São 1.168 homens e mulheres em formação, o que permitirá que, ao final do curso, o estado ganhe um reforço de 67 agentes. Ele foi recebido pelo governador Carlos Moisés, que comemorou a primeira visita de Bolsonaro a Santa Catarina depois de eleito, mas afirmou que o presidente tem sido bem representado pelos ministros. Em seu discurso, o presidente da República afirmou que “acreditava que as coisas seriam menos complicadas, mas não são fáceis. Principalmente para quem age com honestidade”. Interrompido algumas vezes por aplausos, Bolsonaro lembrou o esforço para tornar realidade o excludente de licitude. “Não é carta branca para matar. É carta branca para não morrer. E um policial, ao enfrentar alguém armado, tem que ir para casa na certeza de que será condecorado e não processado”, afirmou ao apontar a conscientização cada vez maior do Congresso Nacional em torno dessa máxima. O líder do Executivo federal elogiou sua equipe de ministros pelas capacidades de tomar iniciativa e de trabalhar em equipe. Ao final da cerimônia, Bolsonaro “pagou dez pelo Brasil”, ou seja, fez dez flexões em seu estilo único. Foi acompanhado pelos agentes da PRF e os novos alunos.

 

(Matéria principal com foto da edição de 16/10/2019 da Coluna Pelo Estado, distribuída para 20 diários integrados do interior de Santa Catarina/adisc.com.br e para os portais reunidos em scportais.com.br)